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O que é a DRE gerencial?

By | ERP, POSSEIDOM

A DRE pode ser definida como um relatório que, como o nome sugere, demonstra um resumo das operações financeiras realizadas em determinado período (geralmente anual) e seus resultados — que podem ser de lucro ou prejuízo para a empresa.
Em outras palavras, esse demonstrativo permite comparar os recebimentos, os custos e as despesas, operacionais e não operacionais, do seu negócio. A DRE gerencial apresenta uma condensação dos resultados e permite realizar projeções de custos, de possibilidade de crescimento, de necessidade de investimentos, entre outras.

Por que ela é importante para a empresa?
Junto a outros relatórios (como o balanço patrimonial e o fluxo de caixa), o demonstrativo é essencial para que o gestor conheça e analise a situação financeira do negócio. Assim, podemos dizer que a DRE gerencial mostra um norte a respeito dos fatores que podem afetar os resultados e o que precisa ser feito a partir daí.
O objetivo é acompanhar a evolução dessas questões, além de:
* identificar a capacidade da empresa de gerar renda (lucros);
* avaliar os empecilhos que podem resultar em prejuízo (fechando o período no vermelho);
* obter uma base sólida e confiável para a tomada de decisão;
* elaborar estratégias que contribuem para preservar a saúde financeira do negócio;
* definir um planejamento estratégico mais condizente com a realidade.

Como é uma estrutura de DRE?
Existem vários pontos que devem ser considerados na elaboração de uma DRE gerencial. Para que o relatório apresente os resultados corretos, essas variáveis devem ser constantemente monitoradas e registradas. Vamos conhecê-las?

  • Receitas
  • Deduções e abatimentos
  • Lucro bruto
  • Receita líquida
  • Custo de vendas
  • Despesas administrativas
  • Despesas com vendas
  • Despesas financeiras
  • Resultado antes do IRPJ e da CSLL
  • Dedução do IRPJ e da CSLL
  • Resultado líquido

Vale ressaltar que existem ERPs — sistemas de gestão integrada — que já vêm com esse tipo de relatório, facilitando ainda mais a vida do gestor, que passa a ter as informações a qualquer momento, com bastante agilidade e acuracidade.

A DRE gerencial precisa ser acompanhada para que se tenha conhecimento a respeito do desempenho da empresa e da necessidade de ajustes no plano de ação, caso os resultados se mostrem aquém do esperado. Por meio dela, são criadas estratégias para aprimorar o desempenho e garantir uma saúde financeira satisfatória para o negócio. Portanto, podemos dizer que é um instrumento crucial para a tomada de decisão.

fonte: https://blog.wm10.com.br/dre-gerencial-o-que-e-como-ela-funciona-e-como-fazer/

Como Resolver problemas no meu Estoque?

By | ERP, estoque, POSSEIDOM

É um fato: toda empresa já passou, passa ou irá passar por problemas no estoque, sejam reconhecidos ou não. E, acredite, as opções do que pode dar errado são vastas.

De qualquer forma, esses problemas representam um só caminho: desperdício. O que torna a operação ainda maior, mais complexa e mais cara do que o necessário.

Por isso, elaboramos as principais dicas de como resolver problemas no seu estoque. Dessa forma, você descobrirá como não cair em certas armadilhas. Confira.

1. Determine o valor para cada área

Para começar, é fundamental medir o excesso do estoque, conforme os números de semanas e/ou meses e determinar o valor de cada categoria.

2. Use bons fornecedores

Pode parecer uma dica simples e até óbvia, mas acredite, esse é um problema recorrente.

Encontrar um bom fornecedor é fundamental para estabelecer o equilíbrio. Ademais, você pode pesquisar na internet sobre opiniões verdadeiras acerca de cada fornecedor que você deseja contemplar na sua empresa.

Além disso, se o fornecedor não estiver alinhado com seu padrão de qualidade e apresentar problemas de entrega, que afetem a manutenção do estoque, não pense duas vezes antes de abrir mão.

3. Elabore uma solução de curto prazo

Parece simples elaborar uma solução em curto prazo, entretanto, a parte mais difícil é pôr em prática.

Por isso, é preciso estar disposto a realizar os esforços necessários para sanar alguns problemas imediatamente.

4. Elabore uma solução de longo prazo

Ainda que você tenha sanado boa parte dos problemas, eles continuarão a aparecer se você não elaborar uma estratégia consistente de longo prazo.

Por isso, é essencial definir as causas com um todo, em vez de em doses paliativas. Além disso, implementar essas soluções pode envolver mudanças significativas no modelo de negócio atual.

Contudo, em outros casos mais simples, as soluções podem ser relativamente mais fáceis de implementar.

Mas, vale ressaltar que o pilar principal de um bom gerenciamento de estoque é a eficiência econômica.

4. Utilize processos de automação

Como resolver problemas no meu estoque? Esse tópico é a chave para solucionar boa parte das suas dores de cabeça.

Muitas empresas ainda estão presas ao modelo antigo de gerenciamento de estoque, que consiste em planilhas do Excel.

Entretanto, as empresas que não automatizam seus processos tendem a enfraquecer suas possibilidades e complicar seus processos, sem necessidade, vale ressaltar.

Afinal, o processo é obsoleto, demorado e está sujeito a erros humanos.

Por isso, confira os principais benefícios de automatizar os sistemas do seu estoque:

• A automação permite que os funcionários monitorem pedidos, devoluções, trocas e remessas de todos os itens. Tudo isso em tempo real;

• A automação também facilita processos diários, como gerar códigos de barra, faturas, entre outros;

• A automação permite, ainda, você padronizar o gerenciamento do inventário em grande escala;

• A automação também facilita o processo de decisões, afinal, fornece conhecimento empresarial, por meio de informações detalhadas sobre o negócio.

E essa são só algumas das vantagens que a automação pode fazer. O sistema ERP, por exemplo, é um ótimo candidato, já que integra todos os dados de uma organização em um único sistema.

Ficou interessado pelas dicas? Saiba que nós oferecemos soluções personalizadas de automação por meio do sistema ERP. Portanto, não perca tempo e entre em contato conosco.

Referências:

O que é sistema ERP?

Gestão de estoque automatizado: conheça as principais vantagens

https://www.primaseller.com/blog/common-inventory-problems/

The 9 steps you need to solve your inventory problems

5 Steps to Solving the Out-of-Stock Problem 

Como um ERP nas nuvens pode me auxiliar?

By | ERP, Nuvem, POSSEIDOM

Um sistema ERP é fundamental para a boa gestão de uma empresa que queira se destacar entre as demais em um mercado tão competitivo. Porém, um detalhe importante deve ser levado em conta na hora de adquirir esta ferramenta, onde armazená-la?

Atualmente, a tecnologia de armazenamento em nuvem é cada vez mais comum em pequenas, médias e grandes empresas e traz muitas vantagens para quem a escolhe.

Quais os benefícios de usar um ERP em nuvem?

O ERP é um software de gestão que integra vários dados e funcionalidades dentro da empresa e ajuda a otimizar o negócio. Ao utilizar o ERP na nuvem, as informações ficam disponibilizadas em um servidor online e podem ser acessados a qualquer hora e lugar, desde que tenha acesso à Internet.

Além disso, os dados têm mais segurança em um ambiente digital, já que passam por backups periódicos feitos por profissionais especializados em TI.

O ERP em nuvem possui uma implementação muito mais rápida, podendo ser feita em poucos dias, enquanto o modelo tradicional, por ser mais complexo, pode demorar até meses. Por conta disso, os custos iniciais são muito mais baixos e o empresário pode montar um pacote flexível, apenas com as funcionalidades que ele desejar, pois o sistema é modular.

Dessa forma, sabe exatamente o valor da mensalidade, o que possibilita um planejamento financeiro muito mais eficiente.

Mais economia

A ausência de infraestrutura é outra vantagem do ERP em nuvem. Um sistema convencional precisa de um espaço físico para colocar:

  • Máquinas;
  • Computadores;
  • Servidores;
  • E outros aparelhos necessários.

Todo esse equipamento precisa de manutenção periódica, atualização e uma equipe de funcionários especializada para operá-los, além de um maior consumo de energia, o que só aumenta os gastos.

Ao optar pela gestão web, esses e outros serviços já estão incluídos no valor da mensalidade, que ainda conta com uma área de suporte qualificada para atender com excelência e tirar todas as dúvidas sobre o programa.

Mais dinamismo

A possibilidade de acessar remotamente o sistema é uma necessidade para o empresário moderno. Mesmo fora da empresa, ele ou qualquer outro empregado que estiver habilitado pode consultar informações, coletar números e tomar decisões importantes para o fechamento de um negócio, por exemplo.

Outra facilidade para a empresa é oferecer o modelo de trabalho home-office, uma prática cada vez mais comum hoje em dia, que traz mais comodidade aos funcionários e reduz os custos para o patrão.

O modelo em nuvem é ideal também para grandes corporações que possuem diversas filiais e precisam de uma gestão totalmente integrada, padronizadas e com informações constantemente atualizadas.

Os clientes também ganham

O software hospedado em nuvem é bom também para o seu cliente. Com a gestão integrada e a possibilidade do acesso em qualquer lugar, até mesmo por dispositivos móveis, os processos tornam-se mais ágeis e mais bem controlados.

O sistema tem a capacidade de gerar relatórios para todas as áreas do negócio, dando a possibilidade ao gestor de identificar eventuais problemas e corrigi-los para a satisfação total do cliente.

O que fazer se a internet cair num sistema ERP na Nuvem ?

By | ERP, POSSEIDOM

Para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo, é necessário contar com um bom programa de gestão. Neste sentido, o ERP na nuvem pode ser a solução para uma empresa se destacar no ramo empresarial. Mas o que fazer se a internet cair num sistema ERP na nuvem?

Esta é uma dúvida recorrente de empresários e empreendedores que procuram por um sistema de gestão eficiente e competitivo. A pergunta surge porque a ERP na nuvem demanda acesso à internet.

Mas o que nem todo mundo sabe é que a falta de internet não afeta o armazenamento de dados neste sistema. Isso porque o backup das informações é realizado de forma periódica e garante que nenhum dado armazenado na nuvem seja perdido.

Desta forma, quando a internet cair, o recomendável é que você trate de resolver o problema rapidamente ou busque uma fonte alternativa de internet, mesmo que de outra localização.

Os dados continuarão na nuvem para serem acessados de forma remota por qualquer pessoa com acesso permitido, a qualquer hora do dia ou da noite. Caso você ainda não esteja 100% confiante e deseja evitar a todo custo perder conteúdo mais recente, ainda é possível armazenar os dados simultaneamente em servidores tradicionais, o que aumenta a garantia de disponibilidade dos dados na empresa caso a internet caia.

Se você ainda tem dúvidas sobre como funciona o ERP na Nuvem e o que este sistema tem de diferente de ERP Local, continue lendo este artigo e tire suas dúvidas de uma vez por todas.

Por que escolher um ERP na nuvem?

ERP ou Enterprise Resource Planning nada mais é do que um software capaz de integrar a gestão de todos os setores de uma empresa em um único local, oferecendo segurança e praticidade.

Há basicamente dois tipos de ERP no mercado: o ERP na nuvem e o ERP local. Este último permite o armazenamento em servidores próprios da empresa e, apesar não precisar de internet, só pode ser acessado internamente de dentro da empresa.

Já o ERP na Nuvem fica disponível online, e é necessária apenas uma conexão de internet para funcionar. Dessa forma, o empresário pode saber de tudo sobre o seu negócio no conforto de casa ou em qualquer outro lugar, fora do horário comercial.

Ainda em dúvida? Confira abaixo as principais vantagens da ERP na nuvem:

  • Acesso remoto pelo suporte
  • Backup automático
  • Capacidade de armazenamento flexível
  • Baixo custo de implantação
  • Praticidade para acessar
  • Custos previsíveis
  • Segurança de dados
  • Atualizações constantes
  • Facilidade nas atualizações

Está a fim de garantir mais segurança e conforto na gestão do seu negócio com sistema de gestão prático e muito eficiente?

Somos uma empresa que presta serviços em implantação, suporte e manutenção em sistemas ERP desenvolvidos e comercializados por nós.

Trabalhamos com uma linguagem moderna, com um sistema de gestão integrado e modular. Conseguimos desta forma atender o pequeno, médio e grande empresa. Além disso, temos uma equipe de suporte qualificada para atender com excelência.

Ficou interessado? Acesse nosso site para saber mais!

Manifesto Eletrônico de Nota Fiscal, o que é isso?

By | Controle Fiscal, ERP, POSSEIDOM, SPED

Cada vez mais documentos fiscais têm ganhado versões eletrônicas. É comum ver o famoso “-e” ao lado das siglas tradicionais, como a conhecida NF-e, a Nota Fiscal Eletrônica. Existem, no entanto, outros termos menos falados, mas que são igualmente importantes. É o caso do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais, ou MDF-e.

Empresários e funcionários do ramo de transportadoras já devem estar, de certa forma, familiarizados com o MDF-e. Afinal, é um documento feito para regulamentar cargas em trânsito. No entanto, muitos ainda têm dúvidas e o utilizam de forma inadequada.

Para esclarecer as principais questões, e evitar que a MDF-e seja confundida com outros documentos, separamos tudo que você precisa saber sobre este assunto. Continue lendo e descubra todas as funções do Manifesto Eletrônico de Nota Fiscal.

Afinal, o que é o MDF-e?

O Manifesto Eletrônico de Nota Fiscal é um arquivo completamente digital, que foi criado para substituir a versão em papel do Manifesto de Carga Modelo 25. Ele serve para registrar eletronicamente todos os produtos que são transportados pelo Brasil.

O MDF-e surgiu em 2010, e seu uso passou a ser exigido a partir de 2014. A validade é nacional e deve ser emitido em transportes interestaduais de mercadoria, independente do meio – rodoviário, aquaviário, aéreo etc.

Seu regulamento é estabelecido pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), podendo variar a depender do Estado. Em alguns casos, ele pode ser necessário mesmo intermunicipalmente. Por isso, é sempre bom estar atualizado no assunto e, desta forma, não errar no procedimento.

Como emitir a MDF-e?

Para uma empresa ser capaz de emitir a MDF-e, é preciso primeiramente que ela já esteja credenciada para emitir documentos como NF-e e CT-e. O credenciamento pode ser feito na Sefaz do estado onde a sede da transportadora está localizada.

Além disso, é necessário ter um certificado digital com CNPJ da organização, expedido pela infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-Brasil), a fim de validar o documento. Por fim, deverá contratar um sistema de emissão de MDF-e para ser capaz de gerar o arquivo.

Para emitir o Manifesto Eletrônico de Nota Fiscal de uma carga, é importante fornecer todas as informações sobre o transporte. Isso inclui dados do motorista e do veículo, descrição do trajeto e as informações do CT-e ou NF-e. Quando a entrega for feita, a empresa deve avisar seu encerramento pelo sistema, confirmando sua conclusão para o Sefaz.

Quais as utilidades e vantagens deste documento?

Manifesto Eletrônico surgiu com o objetivo principal de aprimorar a fiscalização. Ele é o documento que mantém registrado nome e CNPJ da empresa destinatária, o que serve para ajudar a identificar erros e até golpes, e funciona como a confirmação da nota fiscal. Assim, além de facilitar e reduzir o tempo do processo, o documento evita fraudes, que são comuns quando é utilizada apenas a NF-e.

Outro benefício do MDF-e é que ele é um documento completo: junta todas as informações da movimentação daquela carga, ajudando na sua administração. No mesmo arquivo, é possível relatar todas as movimentações da mercadoria até que chegue ao destinatário.

Para as transportadoras, além de ser um procedimento mais ágil, o Manifesto Eletrônico de Nota Fiscal ajuda a reduzir custos. Afinal, não é necessário imprimi-lo e armazená-lo no meio físico. Desta maneira, até mesmo para guardar e organizar os documentos é mais fácil, já que precisa apenas de um sistema eletrônico.

Gestor Web reduz o custo de manutenção do ERP?

By | Custos, ERP, gestao, POSSEIDOM

Sem o ERP, as empresas têm uma vida muito mais difícil. Com tantas tarefas e informação circulando pelo mercado, e com pouco tempo para lidar com elas, contar com o apoio de um sistema de gerenciamento é essencial. Porém, uma liderança eficiente sabe usar esses recursos de forma inteligente, fazendo o controle dos seus custos. Confira como o Gestor Web pode reduzir o custo de manutenção do ERP.

O que é o Gestor Web?

O Gestor Web é um modelo de líder que está focado em trazer mais soluções inovadoras para a sua empresa. Ou seja, ele não somente incorpora uma solução de ERP para o seu negócio, como também busca uma forma de fazê-lo operar da maneira ideal.

Entre as inúmeras vantagens de implementar o ERP com a mentalidade do Gestor Web, é possível interagir melhor com o suporte em diversas ações que permitam fazer um controle melhor das atividades da sua empresa, desde a gestão financeira, de estoque e comercial, com suporte para as notas fiscais eletrônicas.

Um sistema permite, ainda, elaborar gráficos e relatórios que ajudem a reconhecer o desempenho da empresa.

Como funciona a manutenção de um sistema de ERP?

Para aproveitar essas vantagens ao máximo, é ideal que o ERP sofra manutenções regulares. Geralmente, isso ocorre na forma de uma atualização, para fazer o sistema operar de maneira ideal ou por meio de correções de certos problemas pontuais.

É importante que esse processo seja bem dinâmico. As atualizações existem para aproveitar todo o potencial do sistema e, muitas vezes, para garantir que o sistema execute o que o cliente precisa.

Como reduzir no custo de manutenção do ERP?

A redução do custo de manutenção do sistema significa torná-lo mais eficiente, basicamente, de duas formas.

A primeira, é sendo proativo. Existe uma busca constante por melhoria dentro do sistema, implementando novas soluções, novos conceitos e novas tecnologias conforme elas forem evoluindo. Assim, é garantida a máxima performance e operabilidade deste. Ele, então, é o primeiro tipo de manutenção que parte do prestador de serviço para o seu cliente.

Essa manutenção é importante e ajuda a reduzir os custos, pois age de forma preventiva. As atualizações garantem que o sistema está em condições perfeitas, evitando ao máximo chamadas de suporte.

Existem as manutenções “maiores”, em que são disponibilizadas novas versões do sistema, com funcionalidades novas e outras mudanças mais consideráveis. No entanto, existem as “menores”, com patches que pretendem trazer alguma correção de bug ou uma mudança mais específica.

Com isso, chegamos no segundo modelo, que é tão, ou mais, importante. Estes são os pedidos de manutenção que partem do cliente para o prestador de serviço, ou seja, quando o usuário abre uma chamada de suporte.

Isso pode ocorrer por diversos motivos e é algo, na verdade, bem saudável. Desse modo, a DP Sistemas oferece diversos canais de suporte, seja por chat, e-mail ou telefone, inclusive com acesso remoto, para que a resposta possa ser rápida e precisa.

comunicação entre prestador de serviço e cliente é essencial para ter um suporte mais eficiente e reduzir os seus custos. Mesmo que o motivo seja apenas tirar alguma dúvida, implementar alguma funcionalidade que o cliente percebeu ser importante ou corrigir algum erro, é preciso que haja uma aproximação bem grande entre ambos os lados.

É por isso que a DP sistema se foca tanto no seu serviço de manutenção e suporte. Para que os custos sejam os menores possíveis, para ambos os lados, e para que possamos entregar exatamente o sistema que você deseja.

Como formar o preço de venda do seu produto?

By | Custos, ERP, POSSEIDOM

A precificação correta é uma das medidas mais importantes para evitar desregulações financeiras em uma empresa. Para definir o preço de venda de seus produtos, custos, despesas e margem de lucro esperada, eles precisam ser calculados conjuntamente.

Custos

São considerados custos todos os gastos com subsídios para a produção do produto a ser vendido. Definir o que é custo depende de características específicas de cada empresa. Contudo, a delimitação básica é de que tudo o que for imprescindível para a criação do produto, é um custo.

Os custos de uma empresa podem ser diretos ou indiretos, fixos ou variáveis.

Os custos diretos são os mais fáceis de serem contabilizados, correspondendo a tudo que está diretamente ligado à produção. Esses gastos não necessitam de cálculos mais complexos para serem atribuídos ao produto comercializado. Matéria-prima e mão de obra são tipos de custos diretos.

Já os indiretos, apesar de sua incidência no produto ser mais difícil de ser identificada, são necessários para a cadeia produtiva de alguma forma. Por exemplo, gastos com transporte para comprar matéria-prima, energia elétrica usada para operar máquinas na produção etc.

Por sua vez, custos fixos são os que não sofrem alterações, independentemente se o volume da produção ou vendas aumentar ou diminuir. Em contrapartida, os variáveis são modificados dependendo da quantidade de produtos fabricados e comercializados.

O aluguel de uma fábrica ou a compra de um software, por exemplo, são classificados como custos fixos. Já a compra de subsídios ou gastos com pessoal são do tipo variável.

Promoções, produtos que sofrem altas ou baixas devido à sazonalidade, mudanças de fornecedores etc., também influem na variação de gastos.

Há também o custo diferenciado por categoria que soma gastos com armazenagem e manutenção para produtos que precisam desses cuidados para manterem a qualidade.

Despesas e perdas

As despesas correspondem aos gastos com a comercialização dos produtos. Pagamentos de comissões, fretes, marketing e propaganda, aluguel de loja e impostos são alguns exemplos. Despesas também podem ser fixas ou variáveis, influenciadas pelo volume de vendas e produção.

Ainda, as perdas são outro fator que deve ser considerado para formar o preço de venda de um produto. Os artigos a serem vendidos, matéria prima dentre outros que tiverem de ser descartados por algum motivo devem ser registrados. Esse controle é útil para evitar e reduzir esse tipo de prejuízo na empresa futuramente.

Margem de lucro

A margem de lucro deve ser estipulada em porcentagens e incidir sobre os custos da unidade de um produto. De acordo com volume de vendas, demanda dos consumidores e disponibilidade, por exemplo, cada produto pode ter uma margem diferenciada.

Cálculo para formar o preço de venda

Para calcular a precificação, primeiramente devem ser somados todos os custos, despesas e eventuais perdas contabilizados. Após, inclui-se a margem de lucros na fórmula PV = C / (100%-ML), onde PV é preço de venda, C são os custos e ML é a margem de lucro. Feita a divisão dos gastos pela margem de lucro pretendida dividida por cem, tem-se a precificação do produto.

Contudo, outros aspectos também precisam ser levados em consideração na hora de definir o preço de venda. Avaliar os valores praticados por concorrentes é importante para evitar a cobrança muito acima ou abaixo do mercado.

A precificação elevada pode acabar afastando os consumidores, que optarão por alternativas mais econômicas. Por outro lado, ter preços muito baixos pode trazer prejuízos sérios às contas da empresa.

Fontes:

Quanto custa produzir o seu produto ou serviço?

Custos, Despesas e Perdas: Qual a Diferença?

Desvendando a Contabilidade de Custos

Saiba quanto cobrar pelo seu produto ou serviço

Aprenda como calcular o preço de venda de um produto ou serviço de forma simples

Aprenda a calcular preço de venda dos produtos

Como calcular o preço de venda (lucro)

Como calcular preço de venda dos produtos

Conheça a importância do processo de retenção de clientes para o seu negócio

By | CRM, ERP, gestao, Marketing Digital, POSSEIDOM

Como funciona a retenção de clientes?

Grande parte das empresas almeja crescer com base na conquista de novos clientes e elas não estão erradas nesse objetivo, porém algumas se esquecem da força e importância da retenção de clientes. Ela busca manter uma pessoa em sua cartela de clientes e fazê-la consumir seus produtos ou serviços.

Manter um cliente não é uma tarefa fácil ou simples, ela se baseia em ações que tragam satisfação ao consumidor, afinal é ele que garante a rentabilidade de um negócio. A questão é como satisfazer o cliente! Há três ações internas que auxiliam nessa tarefa:

  • Entender o perfil do cliente e seu comportamento de consumo;
  • Adequar o produto ao perfil de cada cliente;
  • Aprimorar os produtos.

Quando o assunto é retenção de clientes, muitas vezes se fala em fidelização. Tais conceitos, de fato, estão relacionados à manutenção de clientes, mas possuem algumas diferenças que valem a pena sua empresa conhecer.

  1. A fidelização de clientes faz parte de um conjunto de ações, enquanto a retenção representa o ponto de partida;
  2. A retenção pode estar baseada em um momento, já a fidelização está relacionada em longo prazo;
  3. Quando a empresa promove ações para evitar a saída do cliente, trata-se do processo de retenção de clientes, mas a fidelização refere-se a uma valorização do consumidor, almejando um relacionamento melhor e mais duradouro com este.

Se sua empresa planeja a fidelização de clientes, então o processo de retenção é o primeiro passo e deveria ser considerado. Uma vez que sua empresa consegue fidelizar clientes, ela terá maior geração de valor do produto e defensores da sua marca, por meio de comentários e postagens nas redes sociais. Afinal, as avaliações de outros consumidores influenciam e muito no momento da compra.

Outro ponto importante na hora de levar em conta a retenção de clientes é a vantagem financeira. A cada cliente adquirido gera um custo para a empresa, porém no momento que sua empresa começa a reter os clientes, ela gera uma economia de receita, já que isso é mais barato do que investir mais dinheiro em novos consumidores, ou seja, a retenção de clientes é um objetivo estratégico que trará benefícios para sua empresa

. Esse investimento apresenta práticas que podem ser aplicadas por sua empresa.

Confira dicas para sua empresa reter clientes:

  • Atenda com qualidade

Além de um ótimo produto, seu cliente deseja ser ouvido e bem atendido de acordo com as suas necessidades. É importante uma equipe de atendimento bem treinada e disposta a solucionar problemas.

  • Valorize a sua marca

Planeje estratégias de branding, a partir do modo que você deseja que sua marca seja vista e reconhecida pelos consumidores.

  • Conheça o perfil do cliente

Para vender produtos e serviços de qualidade é preciso saber para quem você está oferecendo. Não adianta um produto bem desenvolvido, se sua empresa o direciona para o perfil errado de cliente. Produto e consumidor precisam estar em sintonia. Por isso, elabore pesquisas e monte um banco de dados. Tais informações permitirão que sua empresa ofereça o que o cliente deseja.

  • Acompanhe a concorrência

Uma ótima forma de avaliar os serviços e produtos oferecidos, é com base no acompanhamento do mercado. Preste atenção aos novos lançamentos do seu segmento, no que as outras empresas estão investindo e trace estratégias para saber o que os consumidores estão buscando.

Legislação fiscal: saiba como um sistema ERP pode te ajudar na adequação

By | ERP, POSSEIDOM, SPED

É fato que a legislação fiscal brasileira é uma das mais complexas em todo o mundo, pois, apresenta inúmeras classificações e regras que podem confundir até os mais experimentes. Nesse momento é fundamental que os empreendedores, gestores e responsáveis pelo setor fiscal possam contar com ferramentas que sejam capazes de oferecer recursos que aumentem a assertividade e diminua a probabilidade de erros na classificação fiscal e, em consequência, da devida apuração dos tributos.

Talvez você possa achar que dar a devida tratativa a esse assunto é algo complexo, mas, é mais simples do que imagina. Afinal, um sistema ERP — Enterprise Resource Planning (Planejamento de Recursos Empresariais) será o seu principal aliado para evitar futuros problemas. Assim, veja agora mesmo neste artigo, como um ERP pode ser fundamental para ajudar a sua empresa na adequação fiscal.

Validação do cadastro de produtos e serviços

Todas as atividades da área fiscal de uma empresa começam e giram em torno do cadastro dos produtos (no caso de empresas de bens de consumo) e dos insumos (para empresas fabris e prestadoras de serviço).

Devido à complexidade da legislação brasileira, cada item pode receber uma classificação fiscal, o que pode gerar confusão e, inclusive, falhas nos processos de escrituração. Por isso, é fundamental que a empresa possa contar com um sistema ERP, pois, será capaz de promover o cadastro de forma correta e com a devida validação dos dados, criando um ambiente de consistência.

Além disso, em caso de mudança na legislação, um sistema ERP proporciona a agilidade no processo de atualização das informações, evitando que o setor fiscal trabalhe com informações desatualizadas.

Automatização de processos e atividades

Um sistema ERP possibilita a automação dos processos e atividades, suprimindo a necessidade de utilizar controles adicionais como, por exemplo, as planilhas eletrônicas e demais atividades manuais. Isso cria um ambiente propício ao aumento da produtividade das atividades fiscais, bem como reduz a probabilidade de erros e demais inconsistências nos processos de escrituração e apuração dos impostos.

Integração de todas as áreas e setores

Uma das grandes vantagens que um sistema ERP apresenta é a sua segmentação em diferentes módulos e que, ao mesmo tempo, funcionam de forma integrada. Dessa forma, é possível que o setor fiscal acesse e obtenha as informações de maior relevância de todos os setores em tempo real — fatores que são fundamentais para a otimização das atividades fiscais e o envio de informações para o fisco.

Permite a auditoria e rastreabilidade de dados

Antes de enviar os dados para o fisco é fundamental proceder a uma auditoria em busca de erros e inconsistências dos dados, afinal, isso garante que a empresa não tenha que pagar multas e sofrer demais sanções. Assim, com um sistema ERP será possível verificar se as informações inseridas no banco de dados estão de acordo com as normas vigentes, proporcionando mais segurança e confiabilidade.

Como você pode perceber a adoção e uso de um sistema ERP é fundamental para a área fiscal, de modo que garante maior consistência dos dados e estruturação em informações que serão entregues ao fisco.

Como um sistema de gestão pode reduzir custos no processo administrativo da sua empresa

By | ERP, Financeiro, gestao, POSSEIDOM

Cuidar das questões administrativas de uma empresa pode ser para lá de desafiador. Em meio a tantas informações e burocracias do dia a dia, ter um sistema de gestão pode melhorar a organização e cortar custos e mecanismos desnecessários.

O sistema de gestão também é conhecido como Enterprise Resource Planning (EPR). Em tradução livre, significa Sistema Integrado de Gestão Empresarial. Entenda os pontos que esse software pode integrar e automatizar:

• Valores que entraram em caixa e demais questões das vendas;

• Gestão de produção e logística, bem como compras e estoque;

• Gerenciamento de finanças, tanto na contabilidade, quanto fiscalização;

• Controle dos procedimentos de Recursos Humanos.

Geralmente toda empresa já não tem setores responsáveis para cada um desses itens? O que muda de fato com um sistema de gestão?

Sincronia de informações

Embora as empresas tenham setores que cuidam dos itens mencionados, elas ainda lidam com o desafio de fazer uma integração da comunicação. Já parou para pensar no tanto de informações que são perdidas entre os setores?

Como há uma série de processos internos em um empreendimento, pode haver uma série de mal entendidos quando os setores estão desconexos. Já ouviu falar em falha de comunicação? Além disso, há uma série de procedimentos que podem ocorrer com repetições desnecessárias por causa dessa confusão toda.

Nesse sentido, o sistema de gestão é recomendado justamente para ter uma base de dados integrados entre todas as partes da organização. Não vai mais acontecer de haver perdas de informações e contradições, ou seja, nada de retrabalho.

Ao passo que as inutilidades são arrancadas, tal qual ervas daninhas, a tendência é um aumento da produtividade e eficiência. Logo, todos os atos de controles paralelos e planilhas eletrônicas estão com os dias contados.

Aplicação

Como o objetivo do seu sistema de gestão é tornar a visualização de todas as informações da empresa mais fácil e rápida, requer um bom planejamento. Sendo assim, cada EPR deve ser desenvolvido de acordo com a realidade da instituição que o solicita. Por isso, o primeiro passo na hora de escolher o EPR é levantar todos os requisitos da organização. Tudo aquilo que faz parte de sua realidade, protocolos e padrões devem ser verificados com atenção.

Após o levantamento e análise desses requisitos, vem o projeto e a implementação do sistema de gestão. Tanto a equipe de administração, quanto os desenvolvedores do software devem estar alinhados para a obtenção da aplicação que atenda todos os itens.

Depois de finalizado e implantado, o EPR permitirá que a sua gestão tenha mais controle de todos os detalhes, além de fazer as pontes necessárias entre os departamentos. Dá até para ter um olhar redobrado sobre os prazos a serem cumpridos.

Lembra-se de quando os documentos ficavam sendo mexidos e remexidos de forma repetida? Daquelas planilhas eletrônicas que precisavam passar por várias etapas? Ou do excesso de boca a boca? A partir do momento que o sistema de gestão estiver aplicado, todas as informações estarão centralizadas em uma nuvem. Além disso, o acesso pode ser possível até com dispositivos móveis.

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