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Manifesto Eletrônico de Nota Fiscal, o que é isso?

By | Controle Fiscal, ERP, POSSEIDOM, SPED

Cada vez mais documentos fiscais têm ganhado versões eletrônicas. É comum ver o famoso “-e” ao lado das siglas tradicionais, como a conhecida NF-e, a Nota Fiscal Eletrônica. Existem, no entanto, outros termos menos falados, mas que são igualmente importantes. É o caso do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais, ou MDF-e.

Empresários e funcionários do ramo de transportadoras já devem estar, de certa forma, familiarizados com o MDF-e. Afinal, é um documento feito para regulamentar cargas em trânsito. No entanto, muitos ainda têm dúvidas e o utilizam de forma inadequada.

Para esclarecer as principais questões, e evitar que a MDF-e seja confundida com outros documentos, separamos tudo que você precisa saber sobre este assunto. Continue lendo e descubra todas as funções do Manifesto Eletrônico de Nota Fiscal.

Afinal, o que é o MDF-e?

O Manifesto Eletrônico de Nota Fiscal é um arquivo completamente digital, que foi criado para substituir a versão em papel do Manifesto de Carga Modelo 25. Ele serve para registrar eletronicamente todos os produtos que são transportados pelo Brasil.

O MDF-e surgiu em 2010, e seu uso passou a ser exigido a partir de 2014. A validade é nacional e deve ser emitido em transportes interestaduais de mercadoria, independente do meio – rodoviário, aquaviário, aéreo etc.

Seu regulamento é estabelecido pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), podendo variar a depender do Estado. Em alguns casos, ele pode ser necessário mesmo intermunicipalmente. Por isso, é sempre bom estar atualizado no assunto e, desta forma, não errar no procedimento.

Como emitir a MDF-e?

Para uma empresa ser capaz de emitir a MDF-e, é preciso primeiramente que ela já esteja credenciada para emitir documentos como NF-e e CT-e. O credenciamento pode ser feito na Sefaz do estado onde a sede da transportadora está localizada.

Além disso, é necessário ter um certificado digital com CNPJ da organização, expedido pela infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-Brasil), a fim de validar o documento. Por fim, deverá contratar um sistema de emissão de MDF-e para ser capaz de gerar o arquivo.

Para emitir o Manifesto Eletrônico de Nota Fiscal de uma carga, é importante fornecer todas as informações sobre o transporte. Isso inclui dados do motorista e do veículo, descrição do trajeto e as informações do CT-e ou NF-e. Quando a entrega for feita, a empresa deve avisar seu encerramento pelo sistema, confirmando sua conclusão para o Sefaz.

Quais as utilidades e vantagens deste documento?

Manifesto Eletrônico surgiu com o objetivo principal de aprimorar a fiscalização. Ele é o documento que mantém registrado nome e CNPJ da empresa destinatária, o que serve para ajudar a identificar erros e até golpes, e funciona como a confirmação da nota fiscal. Assim, além de facilitar e reduzir o tempo do processo, o documento evita fraudes, que são comuns quando é utilizada apenas a NF-e.

Outro benefício do MDF-e é que ele é um documento completo: junta todas as informações da movimentação daquela carga, ajudando na sua administração. No mesmo arquivo, é possível relatar todas as movimentações da mercadoria até que chegue ao destinatário.

Para as transportadoras, além de ser um procedimento mais ágil, o Manifesto Eletrônico de Nota Fiscal ajuda a reduzir custos. Afinal, não é necessário imprimi-lo e armazená-lo no meio físico. Desta maneira, até mesmo para guardar e organizar os documentos é mais fácil, já que precisa apenas de um sistema eletrônico.

Gestor Web reduz o custo de manutenção do ERP?

By | Custos, ERP, gestao, POSSEIDOM

Sem o ERP, as empresas têm uma vida muito mais difícil. Com tantas tarefas e informação circulando pelo mercado, e com pouco tempo para lidar com elas, contar com o apoio de um sistema de gerenciamento é essencial. Porém, uma liderança eficiente sabe usar esses recursos de forma inteligente, fazendo o controle dos seus custos. Confira como o Gestor Web pode reduzir o custo de manutenção do ERP.

O que é o Gestor Web?

O Gestor Web é um modelo de líder que está focado em trazer mais soluções inovadoras para a sua empresa. Ou seja, ele não somente incorpora uma solução de ERP para o seu negócio, como também busca uma forma de fazê-lo operar da maneira ideal.

Entre as inúmeras vantagens de implementar o ERP com a mentalidade do Gestor Web, é possível interagir melhor com o suporte em diversas ações que permitam fazer um controle melhor das atividades da sua empresa, desde a gestão financeira, de estoque e comercial, com suporte para as notas fiscais eletrônicas.

Um sistema permite, ainda, elaborar gráficos e relatórios que ajudem a reconhecer o desempenho da empresa.

Como funciona a manutenção de um sistema de ERP?

Para aproveitar essas vantagens ao máximo, é ideal que o ERP sofra manutenções regulares. Geralmente, isso ocorre na forma de uma atualização, para fazer o sistema operar de maneira ideal ou por meio de correções de certos problemas pontuais.

É importante que esse processo seja bem dinâmico. As atualizações existem para aproveitar todo o potencial do sistema e, muitas vezes, para garantir que o sistema execute o que o cliente precisa.

Como reduzir no custo de manutenção do ERP?

A redução do custo de manutenção do sistema significa torná-lo mais eficiente, basicamente, de duas formas.

A primeira, é sendo proativo. Existe uma busca constante por melhoria dentro do sistema, implementando novas soluções, novos conceitos e novas tecnologias conforme elas forem evoluindo. Assim, é garantida a máxima performance e operabilidade deste. Ele, então, é o primeiro tipo de manutenção que parte do prestador de serviço para o seu cliente.

Essa manutenção é importante e ajuda a reduzir os custos, pois age de forma preventiva. As atualizações garantem que o sistema está em condições perfeitas, evitando ao máximo chamadas de suporte.

Existem as manutenções “maiores”, em que são disponibilizadas novas versões do sistema, com funcionalidades novas e outras mudanças mais consideráveis. No entanto, existem as “menores”, com patches que pretendem trazer alguma correção de bug ou uma mudança mais específica.

Com isso, chegamos no segundo modelo, que é tão, ou mais, importante. Estes são os pedidos de manutenção que partem do cliente para o prestador de serviço, ou seja, quando o usuário abre uma chamada de suporte.

Isso pode ocorrer por diversos motivos e é algo, na verdade, bem saudável. Desse modo, a DP Sistemas oferece diversos canais de suporte, seja por chat, e-mail ou telefone, inclusive com acesso remoto, para que a resposta possa ser rápida e precisa.

comunicação entre prestador de serviço e cliente é essencial para ter um suporte mais eficiente e reduzir os seus custos. Mesmo que o motivo seja apenas tirar alguma dúvida, implementar alguma funcionalidade que o cliente percebeu ser importante ou corrigir algum erro, é preciso que haja uma aproximação bem grande entre ambos os lados.

É por isso que a DP sistema se foca tanto no seu serviço de manutenção e suporte. Para que os custos sejam os menores possíveis, para ambos os lados, e para que possamos entregar exatamente o sistema que você deseja.

Como formar o preço de venda do seu produto?

By | Custos, ERP, POSSEIDOM

A precificação correta é uma das medidas mais importantes para evitar desregulações financeiras em uma empresa. Para definir o preço de venda de seus produtos, custos, despesas e margem de lucro esperada, eles precisam ser calculados conjuntamente.

Custos

São considerados custos todos os gastos com subsídios para a produção do produto a ser vendido. Definir o que é custo depende de características específicas de cada empresa. Contudo, a delimitação básica é de que tudo o que for imprescindível para a criação do produto, é um custo.

Os custos de uma empresa podem ser diretos ou indiretos, fixos ou variáveis.

Os custos diretos são os mais fáceis de serem contabilizados, correspondendo a tudo que está diretamente ligado à produção. Esses gastos não necessitam de cálculos mais complexos para serem atribuídos ao produto comercializado. Matéria-prima e mão de obra são tipos de custos diretos.

Já os indiretos, apesar de sua incidência no produto ser mais difícil de ser identificada, são necessários para a cadeia produtiva de alguma forma. Por exemplo, gastos com transporte para comprar matéria-prima, energia elétrica usada para operar máquinas na produção etc.

Por sua vez, custos fixos são os que não sofrem alterações, independentemente se o volume da produção ou vendas aumentar ou diminuir. Em contrapartida, os variáveis são modificados dependendo da quantidade de produtos fabricados e comercializados.

O aluguel de uma fábrica ou a compra de um software, por exemplo, são classificados como custos fixos. Já a compra de subsídios ou gastos com pessoal são do tipo variável.

Promoções, produtos que sofrem altas ou baixas devido à sazonalidade, mudanças de fornecedores etc., também influem na variação de gastos.

Há também o custo diferenciado por categoria que soma gastos com armazenagem e manutenção para produtos que precisam desses cuidados para manterem a qualidade.

Despesas e perdas

As despesas correspondem aos gastos com a comercialização dos produtos. Pagamentos de comissões, fretes, marketing e propaganda, aluguel de loja e impostos são alguns exemplos. Despesas também podem ser fixas ou variáveis, influenciadas pelo volume de vendas e produção.

Ainda, as perdas são outro fator que deve ser considerado para formar o preço de venda de um produto. Os artigos a serem vendidos, matéria prima dentre outros que tiverem de ser descartados por algum motivo devem ser registrados. Esse controle é útil para evitar e reduzir esse tipo de prejuízo na empresa futuramente.

Margem de lucro

A margem de lucro deve ser estipulada em porcentagens e incidir sobre os custos da unidade de um produto. De acordo com volume de vendas, demanda dos consumidores e disponibilidade, por exemplo, cada produto pode ter uma margem diferenciada.

Cálculo para formar o preço de venda

Para calcular a precificação, primeiramente devem ser somados todos os custos, despesas e eventuais perdas contabilizados. Após, inclui-se a margem de lucros na fórmula PV = C / (100%-ML), onde PV é preço de venda, C são os custos e ML é a margem de lucro. Feita a divisão dos gastos pela margem de lucro pretendida dividida por cem, tem-se a precificação do produto.

Contudo, outros aspectos também precisam ser levados em consideração na hora de definir o preço de venda. Avaliar os valores praticados por concorrentes é importante para evitar a cobrança muito acima ou abaixo do mercado.

A precificação elevada pode acabar afastando os consumidores, que optarão por alternativas mais econômicas. Por outro lado, ter preços muito baixos pode trazer prejuízos sérios às contas da empresa.

Fontes:

Quanto custa produzir o seu produto ou serviço?

Custos, Despesas e Perdas: Qual a Diferença?

Desvendando a Contabilidade de Custos

Saiba quanto cobrar pelo seu produto ou serviço

Aprenda como calcular o preço de venda de um produto ou serviço de forma simples

Aprenda a calcular preço de venda dos produtos

Como calcular o preço de venda (lucro)

Como calcular preço de venda dos produtos

Conheça a importância do processo de retenção de clientes para o seu negócio

By | CRM, ERP, gestao, Marketing Digital, POSSEIDOM

Como funciona a retenção de clientes?

Grande parte das empresas almeja crescer com base na conquista de novos clientes e elas não estão erradas nesse objetivo, porém algumas se esquecem da força e importância da retenção de clientes. Ela busca manter uma pessoa em sua cartela de clientes e fazê-la consumir seus produtos ou serviços.

Manter um cliente não é uma tarefa fácil ou simples, ela se baseia em ações que tragam satisfação ao consumidor, afinal é ele que garante a rentabilidade de um negócio. A questão é como satisfazer o cliente! Há três ações internas que auxiliam nessa tarefa:

  • Entender o perfil do cliente e seu comportamento de consumo;
  • Adequar o produto ao perfil de cada cliente;
  • Aprimorar os produtos.

Quando o assunto é retenção de clientes, muitas vezes se fala em fidelização. Tais conceitos, de fato, estão relacionados à manutenção de clientes, mas possuem algumas diferenças que valem a pena sua empresa conhecer.

  1. A fidelização de clientes faz parte de um conjunto de ações, enquanto a retenção representa o ponto de partida;
  2. A retenção pode estar baseada em um momento, já a fidelização está relacionada em longo prazo;
  3. Quando a empresa promove ações para evitar a saída do cliente, trata-se do processo de retenção de clientes, mas a fidelização refere-se a uma valorização do consumidor, almejando um relacionamento melhor e mais duradouro com este.

Se sua empresa planeja a fidelização de clientes, então o processo de retenção é o primeiro passo e deveria ser considerado. Uma vez que sua empresa consegue fidelizar clientes, ela terá maior geração de valor do produto e defensores da sua marca, por meio de comentários e postagens nas redes sociais. Afinal, as avaliações de outros consumidores influenciam e muito no momento da compra.

Outro ponto importante na hora de levar em conta a retenção de clientes é a vantagem financeira. A cada cliente adquirido gera um custo para a empresa, porém no momento que sua empresa começa a reter os clientes, ela gera uma economia de receita, já que isso é mais barato do que investir mais dinheiro em novos consumidores, ou seja, a retenção de clientes é um objetivo estratégico que trará benefícios para sua empresa

. Esse investimento apresenta práticas que podem ser aplicadas por sua empresa.

Confira dicas para sua empresa reter clientes:

  • Atenda com qualidade

Além de um ótimo produto, seu cliente deseja ser ouvido e bem atendido de acordo com as suas necessidades. É importante uma equipe de atendimento bem treinada e disposta a solucionar problemas.

  • Valorize a sua marca

Planeje estratégias de branding, a partir do modo que você deseja que sua marca seja vista e reconhecida pelos consumidores.

  • Conheça o perfil do cliente

Para vender produtos e serviços de qualidade é preciso saber para quem você está oferecendo. Não adianta um produto bem desenvolvido, se sua empresa o direciona para o perfil errado de cliente. Produto e consumidor precisam estar em sintonia. Por isso, elabore pesquisas e monte um banco de dados. Tais informações permitirão que sua empresa ofereça o que o cliente deseja.

  • Acompanhe a concorrência

Uma ótima forma de avaliar os serviços e produtos oferecidos, é com base no acompanhamento do mercado. Preste atenção aos novos lançamentos do seu segmento, no que as outras empresas estão investindo e trace estratégias para saber o que os consumidores estão buscando.

Legislação fiscal: saiba como um sistema ERP pode te ajudar na adequação

By | ERP, POSSEIDOM, SPED

É fato que a legislação fiscal brasileira é uma das mais complexas em todo o mundo, pois, apresenta inúmeras classificações e regras que podem confundir até os mais experimentes. Nesse momento é fundamental que os empreendedores, gestores e responsáveis pelo setor fiscal possam contar com ferramentas que sejam capazes de oferecer recursos que aumentem a assertividade e diminua a probabilidade de erros na classificação fiscal e, em consequência, da devida apuração dos tributos.

Talvez você possa achar que dar a devida tratativa a esse assunto é algo complexo, mas, é mais simples do que imagina. Afinal, um sistema ERP — Enterprise Resource Planning (Planejamento de Recursos Empresariais) será o seu principal aliado para evitar futuros problemas. Assim, veja agora mesmo neste artigo, como um ERP pode ser fundamental para ajudar a sua empresa na adequação fiscal.

Validação do cadastro de produtos e serviços

Todas as atividades da área fiscal de uma empresa começam e giram em torno do cadastro dos produtos (no caso de empresas de bens de consumo) e dos insumos (para empresas fabris e prestadoras de serviço).

Devido à complexidade da legislação brasileira, cada item pode receber uma classificação fiscal, o que pode gerar confusão e, inclusive, falhas nos processos de escrituração. Por isso, é fundamental que a empresa possa contar com um sistema ERP, pois, será capaz de promover o cadastro de forma correta e com a devida validação dos dados, criando um ambiente de consistência.

Além disso, em caso de mudança na legislação, um sistema ERP proporciona a agilidade no processo de atualização das informações, evitando que o setor fiscal trabalhe com informações desatualizadas.

Automatização de processos e atividades

Um sistema ERP possibilita a automação dos processos e atividades, suprimindo a necessidade de utilizar controles adicionais como, por exemplo, as planilhas eletrônicas e demais atividades manuais. Isso cria um ambiente propício ao aumento da produtividade das atividades fiscais, bem como reduz a probabilidade de erros e demais inconsistências nos processos de escrituração e apuração dos impostos.

Integração de todas as áreas e setores

Uma das grandes vantagens que um sistema ERP apresenta é a sua segmentação em diferentes módulos e que, ao mesmo tempo, funcionam de forma integrada. Dessa forma, é possível que o setor fiscal acesse e obtenha as informações de maior relevância de todos os setores em tempo real — fatores que são fundamentais para a otimização das atividades fiscais e o envio de informações para o fisco.

Permite a auditoria e rastreabilidade de dados

Antes de enviar os dados para o fisco é fundamental proceder a uma auditoria em busca de erros e inconsistências dos dados, afinal, isso garante que a empresa não tenha que pagar multas e sofrer demais sanções. Assim, com um sistema ERP será possível verificar se as informações inseridas no banco de dados estão de acordo com as normas vigentes, proporcionando mais segurança e confiabilidade.

Como você pode perceber a adoção e uso de um sistema ERP é fundamental para a área fiscal, de modo que garante maior consistência dos dados e estruturação em informações que serão entregues ao fisco.

Como um sistema de gestão pode reduzir custos no processo administrativo da sua empresa

By | ERP, Financeiro, gestao, POSSEIDOM

Cuidar das questões administrativas de uma empresa pode ser para lá de desafiador. Em meio a tantas informações e burocracias do dia a dia, ter um sistema de gestão pode melhorar a organização e cortar custos e mecanismos desnecessários.

O sistema de gestão também é conhecido como Enterprise Resource Planning (EPR). Em tradução livre, significa Sistema Integrado de Gestão Empresarial. Entenda os pontos que esse software pode integrar e automatizar:

• Valores que entraram em caixa e demais questões das vendas;

• Gestão de produção e logística, bem como compras e estoque;

• Gerenciamento de finanças, tanto na contabilidade, quanto fiscalização;

• Controle dos procedimentos de Recursos Humanos.

Geralmente toda empresa já não tem setores responsáveis para cada um desses itens? O que muda de fato com um sistema de gestão?

Sincronia de informações

Embora as empresas tenham setores que cuidam dos itens mencionados, elas ainda lidam com o desafio de fazer uma integração da comunicação. Já parou para pensar no tanto de informações que são perdidas entre os setores?

Como há uma série de processos internos em um empreendimento, pode haver uma série de mal entendidos quando os setores estão desconexos. Já ouviu falar em falha de comunicação? Além disso, há uma série de procedimentos que podem ocorrer com repetições desnecessárias por causa dessa confusão toda.

Nesse sentido, o sistema de gestão é recomendado justamente para ter uma base de dados integrados entre todas as partes da organização. Não vai mais acontecer de haver perdas de informações e contradições, ou seja, nada de retrabalho.

Ao passo que as inutilidades são arrancadas, tal qual ervas daninhas, a tendência é um aumento da produtividade e eficiência. Logo, todos os atos de controles paralelos e planilhas eletrônicas estão com os dias contados.

Aplicação

Como o objetivo do seu sistema de gestão é tornar a visualização de todas as informações da empresa mais fácil e rápida, requer um bom planejamento. Sendo assim, cada EPR deve ser desenvolvido de acordo com a realidade da instituição que o solicita. Por isso, o primeiro passo na hora de escolher o EPR é levantar todos os requisitos da organização. Tudo aquilo que faz parte de sua realidade, protocolos e padrões devem ser verificados com atenção.

Após o levantamento e análise desses requisitos, vem o projeto e a implementação do sistema de gestão. Tanto a equipe de administração, quanto os desenvolvedores do software devem estar alinhados para a obtenção da aplicação que atenda todos os itens.

Depois de finalizado e implantado, o EPR permitirá que a sua gestão tenha mais controle de todos os detalhes, além de fazer as pontes necessárias entre os departamentos. Dá até para ter um olhar redobrado sobre os prazos a serem cumpridos.

Lembra-se de quando os documentos ficavam sendo mexidos e remexidos de forma repetida? Daquelas planilhas eletrônicas que precisavam passar por várias etapas? Ou do excesso de boca a boca? A partir do momento que o sistema de gestão estiver aplicado, todas as informações estarão centralizadas em uma nuvem. Além disso, o acesso pode ser possível até com dispositivos móveis.

Como sistemas ERP web reduzem custos

By | ERP, POSSEIDOM

O Enterprise Resource Planning (sistema de gestão empresarial), popularmente conhecido como ERP, traz inúmeras vantagens agregadas às empresas que adotam esse recurso. Além de entender a escala de produtividade, centralização e automatização de processos, os gestores precisam compreender como sistemas ERP web reduzem custos.

Há uma série de fatores que explicam que módulos online do gênero ajudam a fechar a onerosa torneira de gastos corporativos. Mas, como isso se dá na prática e ajuda no meu negócio? É disto que falaremos no artigo, apontando como sistemas ERP web reduzem custos – adotando, agora mesmo, este modelo moderno e assertivo no seu negócio.

Vantagens para o setor financeiro

O coração de uma empresa é o setor financeiro. Através dele controlam-se questões como fluxo de caixa, entradas e saídas, indicadores e métricas como o ponto de equilíbrio, entre outros. Um sistema ERP web contribui efetivamente nessa área e os motivos podem ser entendidos da seguinte forma:

– Há a centralização e automatização de processos, diminuindo a incidência de erros humanos feitos de forma manual, aumentando a eficiência da gestão de dados financeiros;

– Um sistema ERP web permite a aproximação das contas de outros setores na empresa, ou seja, é possível acompanhar o desempenho das finanças desde as vendas, passando pelo RH até o estoque;

– Criam-se, de forma eficiente e integrada, planejamentos orçamentários, além da interface, fácil e intuitiva, permite mensurar análises e projeções do negócio, impedindo que valores possam passar despercebidos;

– Não é preciso contratar inúmeros profissionais para cuidar das suas finanças; colaboradores que tenham domínio do ERP web, através dos recursos do sistema, podem fazer o trabalho que antes seria designado a várias pessoas.

Integração e otimização interna

Outros dois pontos nos mostram como sistemas ERP web reduzem custos. A integração de processos, que impede que dados fiquem esparsos – o que não fecha a conta; e a otimização interna das rotinas produtivas, aumentando a produtividade e, consequentemente, diminui-se o gasto de contratações ‘extras’ ou terceirização de serviços.

Esse é um ponto indispensável, principalmente por empresas que mantém uma infraestrutura física que onera as contas. Além disso, processos manuais ou até mesmo em sistemas ERP que não tenham o módulo web, diminuem as possibilidades e aumentam o tempo de resposta.

Controle de insumos

O estoque é a dor de muitos empresários, gerando mais custos que o necessário. Além disso, há a possibilidade de itens serem perdidos, furtados ou extraviados. Com um sistema ERP web, isso tudo é coisa do passado: há a gestão efetiva, centralizada e controlada de todos os insumos da sua empresa. Diminui-se, também, o gasto com um software específico para fazer esse trabalho – já que o ERP possui essa funcionalidade.

Integral e remoto

Por fim, quantas oportunidades de negócio foram perdidas por não possuir os dados da sua empresa em uma reunião externa? Isso é um gasto agregado e a perda de uma potencial receita. Com o ERP web é possível ter acesso remoto aos dados do seu negócio e de forma integral, ampliando as possibilidades comerciais. Tudo sem nenhum custo adicional.

Atualmente o sistema ERP web deixou de ser uma opção para pequenas, médias e grandes empresas, tornando-se uma necessidade. Conhecer suas funcionalidades – como as formas que ele ajuda a reduzir custos – trazem vantagens agregadas e, principalmente, torna-se um diferencial competitivo em relação às empresas que não utilizam o software.

3 razões para você implementar hoje mesmo um ERP no seu negócio

By | ERP, POSSEIDOM

O ERP é o Sistema Integrado de Gestão Empresarial utilizado pelas empresas para aprimorar o gerenciamento, a administração e a operação de seus negócios. Hoje em dia, em um mercado cada vez mais competitivo, garantir uma gestão de qualidade é fundamental e, para isso, o ERP faz a diferença.

Nesse artigo, iremos lhe mostrar 3 boas razões para implementar hoje mesmo um ERP em seu negócio. Confira!

1. Aumento exponencial de performance

Em todo empreendimento, ter uma boa performance é fundamental, e isso só é tangível através de boa gestão.

Empresas que investem em um ERP contam com uma substancial otimização de processos, que permite automatização de ações na administração dos negócios, criando uma cultura de excelência e modernidade no negócio.

Além disso, a otimização e a agilidade dos negócios permitem que a empresa consiga operar com um custo bem mais reduzido, possibilitando assim uma redução de preços para o consumidor que propicia melhor competitividade no mercado.

2. Crescimento sustentável no mercado

Uma pesquisa realizada pelo instituto IDG Research Services apontou que empresas que usam ERP em sua gestão crescem até 35% mais rápido do que empreendimentos que não utilizam esta tecnologia ainda.

Isso significa que uma empresa que investe em ERP cresce em 8 meses o que uma empresa sem ERP leva um ano inteiro para se desenvolver. É um investimento rentável, que garante retorno e renda para o empreendimento.

Além disso, esse é um crescimento sustentável, estável. Há vários exemplos de empresas que experimentam um crescimento exponencial, mas não mantém seu padrão de qualidade com a expansão, tornando-se caras, ineficientes e insolúveis.

Com as informações em tempo real geradas e centralizadas pelo programa ERP, a sua empresa pode ter um crescimento saudável e sustentável, baseando todas as decisões estratégicas em dados reais, precisos e organizados de maneira lógica e inteligente.

3. Equilíbrio fiscal, tributário, financeiro e gerencial

Para uma empresa, um dos grandes desafios da gestão é estar plenamente em dia com as obrigações burocráticas e legais impostas pelas autoridades brasileiras. Com um sistema ERP, o cumprimento dos deveres fiscais e tributários da empresa se torna muito mais simplificado.

Com este sistema em seu negócio, a empresa passa a ter mais clareza em relação a valores e prazos de pagamento, bem como pode realizar de maneira automatizada a emissão de documentos fiscais para operar em suas vendas e prestações de serviços.

Isso significa que o ERP ajuda a empresa a se manter em plena situação regular diante do fisco, levando mais credibilidade ao mercado. Além disso, dívidas comuns, pagamentos e recebimentos também podem ser administrados com o apoio do ERP, permitindo uma completa gestão financeira do empreendimento.

Se uma nova legislação foi introduzida, com o ERP a sua empresa pode se adaptar às mudanças rapidamente, respondendo de maneira mais agilizada às demandas do mercado consumidor e diminuindo os riscos corporativos consideravelmente.

Mais rendimento, agilidade, menos custos e mais praticidade na gestão. Estas são apenas algumas das vantagens que o ERP pode levar ao seu negócio. Acesse nosso site e saiba mais!

Qual a principal Inovação nos sistemas ERP web pra você?

By | ERP, POSSEIDOM

Toda empresa precisa investir em uma boa gestão das informações para otimizar seus resultados. Em meio a tantas inovações tecnológicas, uma das maiores formas de impactar um negócio é utilizar o ERP. Mas, do que se trata isso e qual a sua principal inovação nas empresas?

Entenda tudo no artigo a seguir. Acompanhe!

O que é ERP?

Também chamado de “Planejamento de Recursos da Empresa”, trata-se de um sistema essencial para fazer a manutenção do negócio, assim como contribui para o seu desenvolvimento. Unindo esta capacidade com o potencial do Brasil, conhecido pela criatividade em alta e sua grande capacidade de inovação, sem dúvidas podemos ter grandes resultados.

Existem vários benefícios em investir no ERP na sua empresa. Conheça alguns a seguir e veja como isso pode fazer a diferença no seu negócio.

Qual é a principal inovação do ERP para a sua empresa?

Há diversos pontos positivos em implementar o ERP no seu negócio. Porém, a maior inovação está na capacidade de se limitar a um espaço físico. Seja você trabalhando remotamente ou não, com certeza haverá momentos em que precisa acessar uma informação. O ERP armazena os dados na nuvem, permitindo que qualquer pessoa que tenha o login possa acessá-los, desde que esteja conectada à internet.

Mas as vantagens não param por aí. Outro ponto positivo está na capacidade de focar em atividades estratégicas da empresa. Vale ressaltar que o ERP possibilita que as atividades do dia a dia sejam melhor centralizadas no sistema, permitindo mais rapidez no acesso à informação.

Investir em ERP também permite que todas as áreas da empresa sejam integradas de forma correta. Então a comunicação é otimizada e os processos são melhores executados. Além disso, os diversos canais de vendas são observados com maior assertividade.

O capital de giro também é otimizado, uma vez que tanto o estoque quanto as operações diárias são melhores executadas. E não podemos nos esquecer de que o ERP possui um ótimo custo-benefício para qualquer outra empresa. O negócio, seja este qual for, tem muita possibilidade de implementar este sistema, e assim consegue obter muitos resultados.

Contudo, vale ressaltar que o sistema ERP tem um resultado proporcional à qualidade do sistema. Por meio disso, nem todo sistema ERP possui o mesmo desenvolvimento que o outro. Isso sem falar que a assistência técnica que a empresa do sistema oferece é diferente.

Agora você deve estar se perguntando: como escolher o ideal? Para começar, busque uma empresa que tenha um histórico no mercado de desenvolvimento de produtos de qualidade. Em seguida, observe o suporte oferecido e a forma como é disponibilizado.

Sempre observe no contrato as especificações técnicas, conferindo sempre se foram os acordados anteriormente. Se a sua empresa possui uma área jurídica, vale a pena que o setor acompanhe o processo. Caso não, contrate um advogado especializado nisso para dar um suporte mais assertivo.

Se você se interessou em obter o ERP ou em investir em sistemas para a sua empresa, entre em contato conosco. Nosso sistema é desenvolvido para otimizar todas as áreas e atividades do seu negócio. Tudo de maneira segura, eficaz e de qualidade.

Estoque: 5 dicas para não errar na hora de controlar o da sua empresa

By | ERP, gestao, POSSEIDOM

Problemas no estoque podem ter péssimas consequências. Erros podem significar um excesso, que resulta em uma quantidade de produto parado, ou em falta, o que leva a uma correria desnecessária para reabastecer. De qualquer forma, um erro neste aspecto tão básico e importante para o sucesso de uma empresa não é aceitável. Por isso, confira 5 dicas para não errar na hora de controlar o estoque.

1 – Documente cada ação

Crie um cadastro para cada produto, ou tipo de produto, e para cada insumo. Em caso de qualquer alteração de status de algum deles, esse cadastro deve ser atualizado. Esse controle rígido é a melhor forma de manter o seu estoque balanceado e de ter as informações mais precisas possíveis.

É possível fazer essa documentação de diversas formas. A opção manual ainda é válida, mas é claro que é muito mais eficiente fazer isso de forma automática. Existem sistemas que permitem fazer esse cadastro e, conforme os produtos forem entrando no sistema, ele próprio se encarrega de fazer essa atualização. Hoje em dia, com a alta competitividade e a rotatividade de produtos, esse tipo de preocupação é praticamente uma obrigação.

2 – Verifique os números

Em qualquer processo de documentação, é sempre vital avaliar os registros. Novamente, assim como na dica anterior, isso pode ser feito de forma automática ou manual. Erros podem acontecer e a única forma de percebê-los antes que seja tarde demais é fazendo uma conferência nos números.

Você pode determinar uma frequência para fazer essa conferência geral e, diariamente, escolher um produto e fazer uma contagem bem rápida. É um investimento de tempo que pode poupar muita dor de cabeça, e até dinheiro, no futuro.

Novamente, a tecnologia mais uma vez surge para facilitar o processo e fazer isso de forma automática.

3 – Fique atento ao espaço físico

Todo o estoque fica guardado em um espaço físico e, evidentemente, um influencia no outro. Portanto, para controlar um, é preciso controlar ambos. Garanta que o seu espaço está completamente adequado para o armazenamento do produto e para as necessidades de estocagem específicas que ele possa ter.

Além disso, o espaço físico precisa estar organizado para que você consiga achar o que procura com o máximo de agilidade. Você pode etiquetar por cores, letras, números ou qualquer forma que facilite o trabalho da sua equipe.

4 – Faça o controle de compras com os fornecedores

A chegada dos produtos no seu estoque também precisa ser muito bem controlada. O ideal é saber exatamente quando cada compra vai chegar e programar o estoque para recebê-la, tanto em relação ao espaço físico como a organização e também com a forma que eles serão vendidos ou redistribuídos.

Receber compras e uma quantidade de produto muito grande, de forma recorrente, pode gerar um efeito bola de neve em que seu estoque está sempre correndo para escoar os produtos com a velocidade necessária. Essa, certamente, não é a melhor forma de trabalhar.

5 – Crie rotinas próprias

A melhor forma de controlar o estoque é criando rotinas que se encaixam melhor nas necessidades do seu produto, da sua empresa e dos seus funcionários. Os procedimentos irão determinar o que deve acontecer com cada produto, a cada interação tanto de entrada quanto de saída.

Para que isso dê certo, todas as partes da sua empresa precisam estar integradas na rotina, prontos para lidar com os problemas e as soluções conforme elas surjam.

A tecnologia oferece soluções excelentes para o controle de estoque. Com a automatização de tarefas de fiscalização e documentação, esse processo é muito mais fácil e tem ótimos resultados para a sua empresa. Garanta que seu estoque estará sempre bem cuidado!

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